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  • Helena Magalhães

5 dias de detox do mundo em Amarante


Embora tenha mostrado algumas coisas pelas redes sociais – nas poucas vezes em que tinha internet -, queria deixar aqui um pouco de Amarante vista pelos nossos olhos. Queria agradecer a toda a gente que nos deu dicas de sítios a ver pelo Instagram (foram de facto preciosos: a feira, o café da ponte, a praia fluvial, entre outros) e mostrar-vos alguns dos momentos que fotografámos.

Na verdade, fiz muito pouco turismo, se é que me entendem. O meu objectivo era afastar-me um pouco de tudo, da internet, das redes sociais, de Lisboa, do trabalho e estar simplesmente sossegada. Estivemos na casa antiga do avô da Miranda no meio do monte e cujos vizinhos eram simplesmente as vistas e um galo absolutamente insuportável que gritava a partir das 5h30 da manhã. Graças aos tampões de ouvidos que andam sempre comigo, foram dias magníficos com manhãs passadas na varanda a ler e noites no terraço a conversar.

Precisava de me abstrair um pouco da rotina e de todo o barulho que nos rodeia no dia-a-dia. E do pouco que conheci de Amarante, só posso dizer que adorei. Principalmente por, no último dia, ter percebido que o doce típico é em forma de pénis. Um pénis chamado doce de S. Gonçalo, popularmente conhecido por “quilhõezinhos de S. Gonçalo”. Já adoro o povo de Amarante pelo sentido de humor.
































Fotografias tiradas por mim e pela Miranda

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