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E se dessem por vocês num chat com 10 mulheres que andam a dormir com o vosso... namorado?

16 de maio de 2018


Um dia destes na aula de hidroginástica conheci uma rapariga e, porque aquelas aulas são mais conversa que exercícios, acabámos a falar de Tinders e Happns e relações e homens e afins. Não é defeito, é feitio. E ela contou-me uma das histórias mais bizarras que ouvi nos últimos tempos. E eu já ouvi muita coisa, acreditem.

Bookcast #7 Livros, respectivos filmes e personagens masculinas que nos dão calores

11 de maio de 2018


Este é um tópico de conversa que eu ADORO! Fico logo excitadíssima para dar as minhas opiniões livros VS filmes e como o cinema destrói tantos, tantos livros. Mas assumo que às vezes os filmes também são bons. E quando isso acontece... é mágico. São filmes para a vida e que marcam porque conseguem reproduzir fielmente o imaginário do livro e os actores encaixam na perfeição com as personagens.

E eu e a Paula del Urbanista decidimos ter esta discussão neste podcast. Mas uma discussão divertida e cheia de risos retardados (os meus, claro), principalmente quando falamos nas personagens masculinas que, depois quando as vemos nos filmes, nos aquecem as partes íntimas.

Enquanto estava a ouvir o podcast reparei que o único adjectivo que tenho para dar em todos os livros é "o livro é incrível". 

E repito isto tantas vezes ao longo da conversa que pode ter duas interpretações: ou sou uma maria-vai-com-todos porque digo que todos os livros são incríveis. Ou preciso de arranjar um dicionário de adjectivos porque fico bloqueada a falar nestes temas.

Mudanças simples para uma alimentação mais saudável (sem extremismos e modas)

9 de maio de 2018 com Auchan


Eu sou uma pessoa com uma visão bem simples da vida e posso dizer-vos que nunca fui uma miúda de modas, nem quando era adolescente. E quando falamos de alimentação, acredito que se em todas as gerações antes de nós sempre se comeu de tudo, então porque agora toda a gente vive obcecada com o glúten, a lactose, o pão, as coisas integrais, os produtos da Prozis, os leites vegetais e afins?

Somos uma geração que vive de "modismos" e agora o que é bom é o glúten-free e o lactose-free e arrisco a dizer que há mesmo uma moda das intolerâncias alimentares que, além de um pouco tola, pode ser perigosa. Por exemplo, o não ter glúten só faz sentido para quem é mesmo intolerante porque na maioria dos casos, esses produtos vão ter mais açúcar ou gorduras para compensar. E como já escreveu a minha amiga Vânia neste post, um monte de pessoas que sempre comeu pão a vida toda, é intolerante ao glúten. Só porque está na moda.

De repente, já ninguém quer comer iogurtes ou pão e o que é bom é a chia e as sementes de goji e as papas roxas e todos os super-alimentos da moda que são continuamente proliferados nas redes sociais.

Depois desta breve introdução sobre esta obsessão com a alimentação saudável (ou como eu escrevi neste post, a insta-alimentação saudável) que, em muitos casos (não querendo generalizar), se torna irracional, tomei a liberdade de pedir à Drª Cátia Gouveia, a nutricionista do Jumbo, para ir comigo às compras e me mostrar como poderia mudar alguns dos meus hábitos para outros mais saudáveis. Mas com conhecimento e informação segura. E não com modas do Instagram.

E para quem é como eu - uma pessoa absolutamente normal - e quer mudar alguns hábitos mas nem sabe por onde começar, vou fazer um pequeno guião com algumas coisas do dia-a-dia que ela me explicou.

10 livros & 10 produtos de beleza para o dia da mãe (e uma oferta especial no fim)

2 de maio de 2018 com The Body Shop


Há três coisas que tenho oferecido à minha mãe de forma constante ao longo dos anos: malas, livros e produtos de beleza. Por várias razões: malas porque a minha mãe é daquelas mulheres que adora usar uma mala conforme a sua roupa e - preparem-se - adora fazer pandã. Eu gozo sempre com o pandã dela. Livros porque foi dela que ganhei este amor, hoje em dia ela lê cada vez menos e gosto de lhe dar empurrões. E produtos de beleza porque foi algo que ela nunca fez por ela. E vejo o brilho nos seus olhos de cada vez que lhe dou um perfume, um creme ou um lápis de olhos (ela também não usa coisas demasiado "tcharan" e é uma mulher muito simples).

Embora não goste muito de me associar a marcas de beleza, gosto, acima de tudo, de marcas que sabem fazer coisas fora da caixa e se adaptar a cada pessoa com quem trabalham. Ao invés de repetir padrões iguais com pessoas diferentes que, no final do dia, é mais do mesmo. Assim, quando a The Body Shop me desafiou a criar algumas histórias que unissem a beleza aos livros, fiquei mesmo bastante entusiasmada porque vi aqui uma oportunidade de criar uma coisa gira com uma marca que uso, que vai ao encontro dos meus valores e que está comigo no dia a dia.

Podíamos estar aqui a falar de sugestões de produtos para oferecerem às vossas mães mas isso não teria o meu cunho. E unir livros à beleza é diferente, é original e pode também dar um presente especial e único.

Assim, quero mostrar-vos 10 livros únicos que as vossas mães têm de ler. São histórias de poder, de amor, de força e de mulheres. E 10 produtos de beauté que gosto e que se unem de forma natural às histórias de cada livro. Porque estas coisas podem ser mesmo assim simples, sem grandes floreados. A beleza faz-nos sentir bem por dentro e por fora. E um livro torna-nos melhores pessoas... por dentro e por fora. Torna a nossa vida melhor, mais preenchida, mais bonita. É um casamento perfeito.

Pequenas mudanças e detalhes para se ter uma casa mais primaveril

1 de maio de 2018 Com Auchan


Antes que achem que sou maluca e que de dois em dois meses ando a mudar a casa, o que vou mostrando aqui são sempre pequenas alterações. Porque acredito que, com pequenos detalhes, conseguimos estar sempre a adaptar a nossa casa ao nosso estado de espírito.

Se em Novembro me apeteceu tornar a casa mais acolhedora (como mostrei aqui) com mantas e edredões polares, em Janeiro tive imediatamente vontade de a tornar novamente mais leve (mostrei aqui) porque estava naquela fase do "ano novo vida nova" e, com pequenas mudanças (um novo edredão, um tapete e uma capa de edredão em tons terra), fiz quase um refresh à casa e ao quarto.

E isto pode ser irrelevante para muita gente mas, acreditem, sinto mesmo esta necessidade de ir mudando e variando. E talvez tenha herdado isto da minha mãe que passa a vida a mudar os móveis de lugar e a dizer que "a casa precisa de variar". Mas a forma como temos a nossa casa também está relacionada com a forma como vivemos.

9 marcas e projectos portugueses, sustentáveis e ecológicos para conhecer

27 de abril de 2018

Cada vez mais tenho falado aqui de alternativas saudáveis para nós e para o planeta porque são temas pelos quais me tenho vindo a interessar. Ainda não cheguei ao patamar de pessoas que deixaram de produzir lixo e cujas histórias tenho lido e me deixam de boca aberta. Nem sei se algum dia lá chegarei. Eu não sou extremista e gosto de fazer a minha parte - e de sentir que estou a contribuir - mas sem que isso me faça viver com demasiada ansiedade. Ou seja: em muitas coisas, eu já fiz a minha mudança. Tenho optado por mais embalagens em cartão (quando possível), deixei de comprar bebidas em garrafas de plástico, troquei as saquetas de chá por chá a granel, deixei de usar sacos de plástico nos supermercados (levo sempre comigo os meus sacos), tenho comprado mais roupa em segunda-mão e doado mais roupa minha para dar nova vida às peças...

Mas num mundo dominado pelo plástico, quão drásticos temos de ser para ficarmos um bocadinho mais "verdes"? Devagarinho... acredito todos conseguimos lá chegar. Uns mais, outros menos.

Na semana passada, passei pelo Mercadinho Sustentável que o Alegro Alfragide organizou, exactamente para poder conhecer outras alternativas e também eu melhorar o meu estilo de vida para que este também esteja mais em sintonia com o planeta. 

Neste mercadinho, conheci algumas marcas e projectos portugueses e todos eles sustentáveis e que procuram passar a mensagem de que temos de fazer tudo para deixar o planeta melhor do que o encontrámos.

A era das insta-vidas: porque vivemos a nossa vida mediante as fotos que ela pode dar?

26 de abril de 2018

Eu sei que falo demasiado sobre isto mas são temas sobre os quais dou por mim a pensar recorrentemente no dia-a-dia. Com coisas que vejo nas redes sociais, na televisão, nas revistas, com ideias que troco com amigas e por aí fora. E fica quase impossível fugir porque isto acaba por estar escarrapachado à nossa frente quer queiramos, quer não.

Quão estranha é a nossa vida quando as redes sociais não são uma ferramenta para comunicar mas é, agora, o sítio onde vivemos e onde passamos o nosso tempo?

Deixámos de ter uma vida normal. Agora temos uma insta-vida, apenas vamos a insta-sítios, comemos em insta-cafés, saímos com os nossos insta-amigos, temos de ter as insta-coisas que toda a gente tem, queremos à força ter uma insta-relação, apenas comemos as insta-comidas, fazemos insta-viagens e vestimo-nos com as insta-roupas da moda. Não fazemos mais nada apenas porque gostamos. Fazemos tudo em prol daquilo que vamos comunicar no Instagram.

Fim de semana dedicado aos livros: o que podem fazer e as minhas sugestões de descontos

20 de abril de 2018 com Fnac Portugal


Praticamente todos os anos tenho falado aqui do dia mundial do livro e do que isso significa. Pelo menos para mim. Falo da necessidade de se continuar a incentivar à leitura, necessidade essa que urge de forma ainda maior nos dias de hoje. O ano passado escrevia aqui uma frase de Franz Kafka "a book must be the axe for the frozen sea within us" e continuo a entendê-la como incrivelmente poderosa.

Um livro deve ser mesmo o machado que quebra o mar gelado entre nós. Porque os livros têm esta capacidade de mudar o mundo, de nos fazer pensar sobre os mais variados temas, fazem-nos ter mais empatia e, claro, têm a capacidade de nos fazer abstrair do mundo à nossa volta, de nos fazer viver aventuras e influenciar a forma como pensamos. São longas viagens que fazemos sem sair do nosso sofá.

Sem falar nas emoções e sentimentos com que somos confrontados enquanto lemos e dos ensinamentos que nos dão novas perspectivas sobre as coisas e nos ajudam também a moldar a pessoa que somos. E um único livro, aquele mesmo muito fantástico, pode mudar a nossa vida para sempre.

Porque é tão difícil ter sucesso em Portugal? O fraco apoio à literatura e o elitismo português

18 de abril de 2018

Este post já andou aos pontapés por aqui até me ter decidido a acabá-lo e - o que já foi mais difícil - publicá-lo. Mas este espaço é meu. É o meu escape, é onde tenho a minha liberdade de expressão e ninguém me pode julgar pelas coisas que sinto.

Para mim, escrever sempre foi uma coisa de gente erudita. Era para os Josés Rodrigues dos Santos, os Antónios Lobo Antunes, as Agustinas Bessa-Luís. Nunca sequer imaginei que houvesse espaço para mim, com ou sem digital. E quando entrei nesta era, poderia o digital tornar-me uma pessoa da literatura? Ha dois anos, teria dito que não. Mas o mundo muda e nós temos de o acompanhar, mesmo que nos pareça demasiado difícil. E é isto que me deixa frustrada em Portugal.

João César das Neves escrevia no Diário de Notícias em 2012 que Portugal é um país espantoso, com um povo capaz de feitos únicos e maravilhoso mas está há séculos dotado de uma elite pedante, mesquinha e medíocre. Claro que o economista não se referia ao meu drama pessoal mas eu, muito humildemente, costumo usar as suas palavras para me exprimir.

Colecção de perfumes: como conservar e guardar perfumes para a vida

17 de abril de 2018

Começo já por dizer que este não é o tipo de fotografias que goste de partilhar: são show off demasiado e incentivam ao consumo, duas coisas que não gosto de fazer. Mas depois de afastar esta primeira impressão, a verdade é que todos nós temos a liberdade de investir o nosso dinheiro naquilo que bem quisermos. Há quem se perca com sapatos, com malas, com casacos, com carteiras, com discos, com livros, com perfumes, com carros, com comida, com tudo.

Eu não sou muito consumista e não me perco assim com muitas coisas. Provavelmente com livros, mas isso já sabem. Mas tal como já partilhei noutras circunstâncias (e no Instagram), há uma coisa na beleza pela qual sou absolutamente maluca. E isso é perfumes. Quando era adolescente e não tinha dinheiro para os comprar, passava todos os dias cremes no pescoço e atrás das orelhas para, pelo menos, manter um pouco do aroma durante as primeiras horas do dia. Mas também não me perdia de amores por perfumes porque, os poucos que ia conhecendo, deixavam-me com dor de cabeça e enjoada (provavelmente fruto de experiências com perfumes manhosos).

O primeiro perfume "a sério" que tive foi um Kenzo - aquele clássico da papoila. Dado por um rapaz com quem tive uma paixoneta no meu primeiro trabalho na praia aí pelos 15 anos. Chamava-se Rafa e nunca mais o vi na vida. Ficou para sempre na minha memória como o Rafa do Kenzo (e até escrevi sobre isto neste post). E depois tive um Chloé. E depois de uma dezena de Chloé, continuam a ser os meus favoritos. A par com CK (porque são muito masculinos, os meus favoritos), Carolina Herrera, Marc Jacobs, Miu Miu, Moschino (os raros doces que consigo tolerar e até gostar), DKNY (só o da maçã vermelha é que me deixou por morrer, de resto gosto de todos e o meu favorito é o City, que não aparece nas fotos porque está na minha mesa (juntamente com Guerlain e CK2 que adoro), e ando desejosa de ter o Nectar Love (é o novo e cheira divinalmente).

Se viessem todos da minha carteira, teria tantos? Provavelmente não. Mas também assumo isso. Tal como também não teria tantos, tantos livros se não recebesse uma grande parte deles. Mas em perfumes e livros é onde também invisto algum do meu dinheiro. Porque são compras para a vida. E quando bem guardados e conservados, podem durar anos e anos.

Para quem acha que é um serial killer de plantas: como conseguir ter um jardim em casa

11 de abril de 2018


Duas coisas que me perguntam constantemente: como é que consigo que os gatos não comam, tirem a terra ou destruam as plantas e como é que consigo ter tantas de verão e inverno.

Grande parte do sucesso é estarmos em empregos com os mesmos valores que nós

9 de abril de 2018

Sempre senti que é difícil ter sucesso ou sentirmo-nos realizados se não nos identificamos com a empresa para a qual damos todos os dias oito (ou mais) horas da nossa vida. E esta é uma afirmação que, assim que entrar na vossa consciência, talvez vos faça relativizar muito esta questão do querer um emprego estável, de mudar de emprego, de procurar realização noutras coisas...

Grande parte dos motivos porque muitas das pessoas que conheço se sentem tão infelizes nos seus empregos está relacionado meramente com questões de valores. Porque é uma chefia tirana, porque não há respeito pela vida dos funcionários, porque bom empregado é aquele que dedica a sua vida ao emprego, porque bom empregado tem horas de entrar mas não tem horas de sair, porque a empresa trata os trabalhadores como robôs na filosofia de que não há ninguém indispensável e se uma pessoa não está contente pode sair porque entra outra (e isso cria motivação?)... a lista poderia continuar.

E isto está simplesmente relacionado com os valores das chefias. É por isso que há tantas empresas com uma rotatividade louca de empregados em todas as áreas. Encontrar o emprego ideal que faz um match perfeito connosco é como encontrar o amor. Tem de haver fusão de ideais, valores, objectivos de vida e as duas partes estarem na mesma sintonia.

Há muitos anos - costumo brincar e dizer: noutra vida... - tive vários empregos em que não havia sintonia entre mim e a direcção. Nunca senti que o problema fosse meu. Eu via as coisas de outra forma e tinha outros valores profissionais que não combinavam com os valores de quem estava acima de mim. E isso não tem mal nenhum. Eu apenas não era a pessoa ideal para eles. E eles muito menos para mim.

Mudanças de primavera: produtos úteis, acessíveis e de boa qualidade

6 de abril de 2018 com Auchan


Uma das coisas boas nas mudanças de estação - além da óbvia mudança porque, para quem é como eu, no fim do inverno já estou farta do frio mas no fim do verão também já estou farta do calor - são as mudanças nas rotinas de cuidados e aquela vontade em mudar de produtos, mudar de hábitos e comprar outras coisas mais adequadas. Neste caso, ao calor.

Neste post queria mostrar-vos algumas coisas acessíveis e de boa qualidade (e algumas naturais) que podem adaptar às vossas rotinas para começar a preparar a pele para a primavera e, acima de tudo, produtos que descobri nos últimos tempos e que são interessantes.

Este desafio tornou-se viral e diz que provavelmente só leram 6 livros de uma lista de 100

5 de abril de 2018


Adoro um bom desafio literário, principalmente um que nos enriqueça. E este está a ser interessante porque está envolto em algumas polémicas. A ideia base é: estes são os melhores 100 romances de todos os tempos e a maioria das pessoas só leu seis deles.

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