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Bookcast #5 Para o dia dos namorados, 8 romances de cortar os pulsos (no bom sentido)

14 de fevereiro de 2018


Eu adoro romances, não há como fugir nem tenho vergonha de o assumir. Porque a literatura construiu-se a partir deles, tal como a música. É o amor que faz mover o mundo e tudo gira à volta dele. O que seria de nós sem o amor? Seria uma vida como um longo poço vazio. Os melhores livros da história e as melhores músicas que marcaram gerações falam de... pois, amor. Se calhar, afinal, o amor não é tão brega assim.

Eu não os salvei. Salvaram-me eles a mim. Era uma vez 2 gatos que mudaram a minha vida

12 de fevereiro de 2018


No dia 13 de Fevereiro de 2014 à noite meti-me no carro e fui ver de um gato que o meu irmão tinha visto. E é incrível os pormenores que nos ficam na memória. Não consigo lembrar-me de nada do que fiz nesse dia. Mas lembro-me como se fosse hoje do momento em que o vi. Chovia torrencialmente, estava um frio de fazer doer os ossos e ele ali estava: muito pequenino, muito peludo, muito molhado e muito assustado. Eu, que nunca gostei de gatos, dei por mim com ele no carro a tremelicar por todos os lados. Olhava para ele de lado sem saber muito bem o que fazer. Para mim, era temporário. A minha ideia era levá-lo para casa, tirá-lo da rua, até podia ficar com ele alguns dias mas o objectivo era arranjar um dono para ele. E os meus pais também não faziam grande questão. Nós éramos pessoas de cães, pensávamos nós.

Mas, afinal, ele era para nós. Ou nós para ele, nem sei. Depois de andar pela casa a explorar e a tentar conhecer o espaço, escolheu o seu sítio - a minha cama. E por lá ficou. Lembro-me daquela primeira noite. Lembro-me de acordar a minha mãe de madrugada e dizer que aquele gato tinha um problema qualquer de saúde. Lembro-me de perguntar se os gatos tinham tuberculose porque ele fazia barulhos a respirar e estava há horas assim. Lembro-me de pensar que se calhar tinha cometido um erro porque agora era responsável por ele e um gato doente era a última coisa que queria. Lembro-me da minha mãe responder: deve estar a ronronar. E lembro-me de olhar para ele na minha cama, agarrado a um boneco que lá estava e de me apaixonar por ele.

Oferecer um peluchinho é tão anos 90. Agora queremos é cadernos, diários e canetas.

9 de fevereiro de 2018


Eis o que mais gosto, além de escrever e criar histórias que coloquem as pessoas a pensar: influenciar à leitura e à escrita. Então vou divulgando livros, livros, livros e tantas coisas giras de papelaria. Poderia falar de mil e uma marcas mas, depois, isto tornar-se-ia um catálogo. É por isso que vou sempre seguindo um fio condutor, tentando criar uma narrativa consolidada ao longo do tempo.

Uma das coisas que me passaram pela cabeça - enquanto tirava estas fotografias - era que isto ficava sempre igual. Ainda em Dezembro mostrei a coleção de material de escritório Skandi e agora estou aqui a mostrar uma nova colecção exactamente no mesmo sítio. Mas dei por mim a pensar que se esta é a minha mesa de trabalho, que outro sítio poderia usar? Quem mostra maquilhagem não usa sempre a mesma cara? E quem mostra roupa, não usa sempre o mesmo corpo? Eu mostro livros e material de papelaria para vos incentivar a escrever e, pois bem, tenho de usar sempre a minha secretária. Porque o importante nem é tanto o material em si - porque vai haver cadernos e canetas bonitas em qualquer altura do ano - mas sim o gesto de alguém se inspirar e ter vontade em levar um caderno para casa para simplesmente se sentar a escrever. E eu sei que escrever um diário pode parecer absurdo na vida adulta mas, acreditem, vale a pena. As memórias voam-nos da cabeça de uma forma assustadora e sem sequer darmos por isso.

8 razões porque ler faz bem à vida e nos torna pessoas mais felizes, inteligentes e empáticas

8 de fevereiro de 2018


Estou sempre a receber mensagens no Instagram sobre livros. E o que mais me impressiona é que muita, muita, muita gente não tem o hábito de ler. Têm um livro na mesa de cabeceira para ir lendo quando têm tempo mas não fazem da leitura uma rotina. E é exactamente para esse tipo de pessoas que estou a escrever este post.

A minha amiga Jaqueline lê muito, como eu. E lê muita literatura young adult e ficamos a discutir as maravilhas dos livros passados na escola e na faculdade e com lobos e vampiros e amores cliché. Sempre que ela me liga e diz 'não vais acreditar mas deitei-me às cinco da manhã', já sei que ela descobriu uma nova série de livros adolescentes. Mas ela só lê e-books. Já eu sou mesmo da velha guarda e até sinto o coração a bater quando folheio um livro novo. No outro dia alguém me perguntava o que eu fazia aos livros que já li ou onde os depositava. Bem, eu guardo tudo. Tudo, tudo. Já doei alguns que não gostei assim tanto por sentir que alguém lhes poderá dar uma vida melhor. Mas de resto, a minha biblioteca é a zona mais feliz da minha casa.

E gostava que toda a gente conseguisse sentir nos livros o mesmo que eu. Por isso, fui googlar e reuni algumas ideias interessantes e estudos que partilho aqui para mostrar como ler faz mesmo, mesmo, mesmo bem à vida.

Porque continuamos a comprar marcas com trabalho explorador e que destroem o ambiente?

6 de fevereiro de 2018


Grande parte da indústria da moda é muito pouco transparente, exploradora, prejudicial para o meio ambiente e precisa urgentemente que nós - os consumidores - gritemos por mudanças. Infelizmente, as redes sociais, as bloggers de moda e o hiper-consumismo desmedido que se gerou em torno da moda, tornou-a uma indústria cada vez mais acelerada e que precisa de uma revolução.

Em Abril de 2013, o edifício Rana Plaza que alojava cinco fábricas de vestuário no Bangladesh caiu. Mais de mil pessoas morreram e mais de 2,500 ficaram feridas - a grande maioria eram jovens mulheres que faziam roupa para grandes marcas internacionais. Desde este dia, criou-se a Fashion Revolution que procura usar o poder da moda para mudar o mundo. Podem ler mais sobre isto no site da organização - FashionRevolution.org. E a premissa é simples:

Alguma vez pararam para pensar quem é que faz a roupa que vocês compram? Quanto é que essas pessoas ganham por esse trabalho? E como são as suas vidas? 

Bookcast #4 Os livros da nossa adolescência que deviam ser novamente lidos hoje em dia

2 de fevereiro de 2018


Fui uma adolescente muito, muito feliz porque li muito. E ler faz sempre bem por isso digam isso às vossas filhas e irmãs mais nova. Que se preocupem menos com maquilhagem e mais com aventuras literárias. Li livros que mudaram a minha vida e a minha percepção da adolescência como a Lua de Joana de Maria Teresa Maia Gonzalez mas já me constou que, hoje em dia, já não é um livro assim tão impactante como o foi no meu tempo, embora faça parte do Plano Nacional de Leitura.

A minha cozinha sustentável: desperdício, arrumação e reciclagem

31 de janeiro de 2018


Quem vem a acompanhar as pequenas partilhas que tenho vindo a fazer sobre a minha casa, tem conseguido perceber as várias mudanças por que já passou - desde não ter praticamente nada até à forma gradual como passou a ser um "lar doce lar". E a cozinha foi das primeiras coisas que mostrei, quando ainda não tinha praticamente nada e estava a tentar torná-la um espaço mais ou menos acolhedor.

Tal como já contei, esta cozinha nunca esteve nos meus sonhos de cozinha perfeita. Imaginava algo em madeira com uma lava-loiça em frente à janela e uma despensa que, enfim, sei que não é muito comum nas construções portuguesas cheias de azulejos e armários embutidos na parede. Talvez daqui a uns anos quando, finalmente, comprar uma casa poderei tentar ter o mais próximo do meu sonho. Por enquanto, tenho tentado gerir tudo dentro do espaço que tenho que, no que toca à arrumação de alimentos, não é muito grande.

O blog da Tetra Pak tem um texto interessante sobre a arrumação sustentável mas vou mostrar-vos as minhas dicas.

Se Friends fosse a vida real, tinha acabado na 3ª temporada porque a Rachel e o Ross iriam odiar-se

29 de janeiro de 2018


Lembro-me de ver Friends há uns anos quando passava na televisão mas nunca foi uma série que tivesse visto do princípio ao fim. Era daquelas que via episódios quando os apanhava à noite e nada mais. Eis que comecei a ver Friends desde o início na Netflix e toda a minha vida mudou. Para já, quero voltar aos anos 90 e vestir-me exactamente como elas porque adoro praticamente todas as roupas com que aparecem. E depois, há tanta coisa irreal a acontecer na série que acho que é mesmo isso a chave do sucesso.

Deixem-me focar-me apenas numa questão: Ross e Rachel. Ora, a Rachel conhecia o Ross desde sempre como o irmão estranho da sua amiga Monica. Mas depois do secundário, a Rachel e a Monica nunca mais se viram até a Rachel aparecer de vestido de noiva, como que por magia, no café onde Monica e os amigos convivem. Como se isso não fosse já absolutamente irreal. Além de que ainda não havia redes sociais para a Monica poder avisar ao mundo que estava naquele café. E mais: pede para ficar a viver com Monica porque abandonou o noivo no altar. E assim se cria a grupeta de seis amigos. E eis que todo um romance entre a Rachel e o Ross nasce.

Até aqui tudo bem. Um dos namorados com quem estive mais anos era meu amigo, nunca lhe achei piada nenhuma até, subitamente, estarmos apaixonados. Acredito nestas coisas. Só não acredito na Rachel e no Ross a ficarem amiguinhos depois de Ross a trair com a rapariga estranha da papelaria. Se Friends fosse a vida real, a série tinha acabado aí porque a Rachel ia deixar de viver com a Monica porque não queria ver o irmão dela, provavelmente ia voltar para a casa dos seus pais ricos e esquecer-se durante mais uns quantos anos da existência destes amigos que conheceu no Central Perk. Talvez voltasse lá para a temporada oito.

Eu acredito nas amizades depois das relações. E sou amiga de todos os meus namorados e namoricos. (pronto, menos do Espanhol, mas já sabem como foi). Mas estas amizades precisam de tempo para serenar as dores e distância para cicatrizar as feridas. É preciso fazer-se um luto antes de se reatar as amizades que nascem das cinzas de uma relação falhada. E é preciso saber lidar com os sentimentos que ficam à deriva. Se um dos dois está zangado, sente-se traído e abandonado, provavelmente vai demorar um longo tempo a conseguir criar uma relação com a outra pessoa e isso não acontece num fim-de-semana na praia como com a Rachel e o Ross. Ou nunca se irá criar porque às vezes as pessoas magoam-nos tanto (e partem-nos a alma em tantos bocados) que nunca mais as ver é mesmo o melhor a fazer.

Mas, ainda assim, eu acredito que duas pessoas que se amaram, que foram importantes na vida um do outro, que partilharam as famílias, que fizeram planos de vida futura, que sonharam juntas podem continuar a fazer parte da vida uma da outra. Será que conseguimos mesmo dizer adeus e nunca mais olhar para trás para tudo o que se viveu e partilhou?

Eu gosto de saber sobre as pessoas que amei. Fico feliz por as encontrar na rua, por receber uma mensagem delas ou um olá tudo bem no chat. Desejo bem a todos os tipos que me passaram pela vida, mesmo aqueles que me deram cabo da cabeça e do coração. Mas é exactamente isto que quero partilhar: pode (e tem de) haver um período de dor e de raiva mas isso acaba por desaparecer e, quando isso acontece, é quando o momento da amizade pode surgir. Ou seja, como foi o Ross a trair, na vida real ele iria para fora uma temporada ou duas e voltaria talvez na quinta temporada para reatar a amizade com a Rachel e o grupo voltaria a ser tão feliz quanto era no início. E depois poderíamos começar a analisar toda a relação Monica e Chandler que também tem pano para mangas.

Perguntam-me muitas vezes se hoje em dia me dou com o Pila Pequena ou o Flash ou todos aqueles personagens do Diz-lhe que Não e se eles não se viram retratados no livro. Primeiro, duvido que algum deles tenha sequer lido. E claro que me dou com eles. Não os vejo no meu dia a dia, não vamos jantar fora, não falamos sobre a vida, não partilhamos sonhos e objetivos. Mas trocamos mensagens nas redes sociais, vemo-nos ocasionalmente em jantares de grupo ou noutras situações e é quase como se as nossas vidas nunca se tivessem cruzado. Existe o carinho de duas pessoas que já tiveram uma relação mas todas as mágoas desapareceram. Fica a cumplicidade que faz com que esses momentos não sejam constrangedores. Pelo menos comigo.

Agora vou ver mais um episódio de Friends que está na fase em que a noiva inglesa do Ross terminou tudo com ele porque a chamou de Rachel no altar.

Quão estúpido seria isto na vida real? :)

Um consumo mais consciente dos supermercados para as nossas casas

25 de janeiro de 2018

Quando morava com os meus pais (não assim há tanto tempo) lembro-me de ter discussões com a minha mãe relativamente às mais variadas coisas com as quais não concordava. Uma vez estávamos num hipermercado e disse-lhe: quem olha para o teu carrinho das compras pensa que vives com uma família de 10 filhos obesos. E isto foi horrível de se dizer, eu sei, mas eu estava constantemente a chamá-la a atenção para as porcarias que comprava sem pensar, só por serem um hábito. Refrigerantes, bolachas de chocolate, batatas fritas, gomas, pizzas e lasanhas já feitas e um rol de coisas plásticas e gordurosas para o meu irmão. Esta era uma discussão constante a par com outras mais ambientais e a resposta da minha mãe (para me calar e parar de a chatear, eu sei) era sempre: quando viveres sozinha compras o que tu quiseres.

E reside aqui uma das mil e uma mensagens sábias que a minha mãe me deu como respostas ao longo da vida. Desde o ano passado que tenho vindo a explorar os meus gostos e a forma de viver que mais se adequa à minha filosofia de vida e esta parte das compras tem sido, sem dúvida, uma aventura.

Para todas as adolescentes de hoje que se sentem estranhas, deslocadas e uma aberração

24 de janeiro de 2018


Deixem-me dizer-vos uma coisa: eu fui uma adolescente bizarra e totalmente desenquadrada do mundo à minha volta. Se nos anos 90 e início de 2000 se falasse de bullying, claro que eu teria feito parte das tristes estatísticas embora sem nunca me ter apercebido porque tive a sorte de ter uma estrutura que me fazia não ficar incomodada quando gozavam comigo. E sabem no que é que isso me tornou? Em mim própria. E o mundo muda e nós crescemos e a vida continua e, acreditem, há situações da vida em que me continuo a sentir exactamente como me sentia aos 14 anos de aparelho nos dentes, cabelos estranhos, borbulhas na cara e ninguém me convidar para dançar um slow nas matinés do Bauhaus. Volta e meia, continuo a sentir-me desenquadrada mas é exactamente nesses momentos que chego mais perto da pessoa em que me estou a tornar.

Esta ânsia por sermos mais, por chegarmos mais longe, por fazermos diferente é o que faz o mundo girar. É o que nos torna pessoas de sucesso. Pessoas que vão fazer qualquer coisa mais.

Pensei que estava num programa de apanhados mas foi apenas um encontro com um idiota

22 de janeiro de 2018

Há uns tempos conheci um tipo da maneira mais fixe de se conhecer (nos dias de hoje, entenda-se). Ele conhecia um amigo meu que lhe disse maravilhas de mim e ele enviou-me uma mensagem. Tão simples quanto isso. E eu achei piada à abordagem. Claro que fui imediatamente esmiuçar o Instagram dele para entender se o ia bloquear para não me chatear mais ou dar continuidade à conversa. Não tinha selfies, não tinha fotografias no ginásio, ao espelho ou da roupa ou dos champôs ou com mil hashtags. A sua conta era privada e não tinha mil seguidores. E médico, percebi então. Não dava erros ortográficos. E até dizia piadas. Não enviava mil mensagens durante o dia porque, lá está, é uma pessoa ocupada. Trabalha, tem um carreira, tem uma vida e ela não está no ecrã do telemóvel. Já estão apaixonadas? Pois, foi o que eu pensei.

Alimentação, ambiente e embalagens: Acham que são consumidores conscientes?

19 de janeiro de 2018


No mercado existem inúmeras opções de embalagens: vidro, plástico, metal, cartão... é importante perceber qual é a que melhor se adequa ao nosso produto (que estamos a comprar) e estilo de vida. Mas deixem-me contextualizar este tema. Esta não é a primeira vez que me estou a associar a uma causa em que acredito e sempre disse que queria utilizar este blogue para algo mais que faits divers (não que isso seja mau porque há espaço para tudo). Mas sempre quis usar a minha voz para falar mais alto de temas que me toquem, quer seja o feminismo, as relações, o empowerment e, claro está, a sustentabilidade (que tanto vou abordando pelas redes sociais).

E quis associar-me à Tetra Pak exactamente porque acredito que as mudanças na sociedade trazem consigo novas necessidades e cabe a nós - seres humanos que habitam este planeta - ter novas formas de pensar e, com isso, obrigar à mudança das grandes companhias que devem assumir uma responsabilidade mais ampla perante a sociedade e o ambiente. A nós - consumidores - cabe-nos o papel de sermos consumidores conscientes. E é isso que vos pergunto.

Bookcast #3 Cinco novidades de Janeiro que vos vão dar vontade de ler mais em 2018

18 de janeiro de 2018


Uma das coisas que gosto de saber é que entre as mil resoluções de ano novo que as pessoas fazem (e fartei-me de ver isso no Instagram este ano), ler mais está sempre presente. E isso é fantástico e parece-me uma resolução daquelas que é fácil prosseguir. Podem falhar em mil outras resoluções mas ler mais é daquelas que não custa muito a levar em frente.

Mas muitas das coisas que me dizem é que para quem não é papa-livros (como eu), a escolha de um livro para ler é difícil. Porque as pessoas querem comprar um livro e saber que vão gostar e, entre as milhares de sugestões das lojas, é difícil chegar a uma escolha segura. Há quem compre por géneros, há quem compre por autores, há quem compre por novidades, enfim. Mas estão sempre a pedir-me sugestões, o que nem sempre é fácil dar porque vou lendo imensa coisa E também estão sempre a pedir-me para fazer um clube do livro porque, desta forma, as pessoas já saberiam que livros ler e iam comprando as minhas sugestões mensais e acompanhando as partilhas. Ainda assim, não é um conceito que sinta que neste momento me faça sentido. Mas tudo a seu tempo...

Para quem quer começar o ano a ler mais, este bookcast feito com muito amor (eheh) com a Paula é com algumas novidades que estão no mercado para vários gostos. E uma tem mil páginas, Jesus Cristo dos livrinhos.

Duas das novidades já falei bastante no Instagram (foram os dois últimos livros que li em 2017) mas achei que valia a pena ficar em audio até porque são dois livros que nos dão mensagens positivas. Falam de amor, de força, da vida, do destino e deixam-nos com vontade de ser melhores pessoas em 2018 :) As outras 3 novidades... têm de ouvir para saber mais.

E uma nota: já temos vários temas para este ano que vos garanto que vão ser giros, giros, giros.

Os ídolos de antigamente e a nova geração de ídolos virtuais estúpidos

11 de janeiro de 2018


Estava a ler a publicação da Ana Galvão sobre isto das redes sociais e dos perigos inconscientes que se propagam por este mundo fora e aproveitei para dizer de minha justiça. Claro que podia estar a fazer mil e uma coisas mais interessantes e proveitosas e ainda no outro dia uma amiga que discute comigo estas ideias me dizia: não vale a pena falarmos sobre isto porque ninguém quer ouvir. E é verdade, ninguém quer ouvir. As pessoas encolhem os ombros e olham para o lado. Porque, pronto, lá vem esta bater no ceguinho. Mas se eu não usasse esta minha plataforma para falar de coisas que me fazem sentido, de que me serviria tê-la? Para mostrar fotografias minhas em lingerie? (esta foi mesmo matreira, eu sei). Vamos lá:

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