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Pensei que estava num programa de apanhados mas foi apenas um encontro com um idiota

22 de janeiro de 2018

Há uns tempos conheci um tipo da maneira mais fixe de se conhecer (nos dias de hoje, entenda-se). Ele conhecia um amigo meu que lhe disse maravilhas de mim e ele enviou-me uma mensagem. Tão simples quanto isso. E eu achei piada à abordagem. Claro que fui imediatamente esmiuçar o Instagram dele para entender se o ia bloquear para não me chatear mais ou dar continuidade à conversa. Não tinha selfies, não tinha fotografias no ginásio, ao espelho ou da roupa ou dos champôs ou com mil hashtags. A sua conta era privada e não tinha mil seguidores. E médico, percebi então. Não dava erros ortográficos. E até dizia piadas. Não enviava mil mensagens durante o dia porque, lá está, é uma pessoa ocupada. Trabalha, tem um carreira, tem uma vida e ela não está no ecrã do telemóvel. Já estão apaixonadas? Pois, foi o que eu pensei.

Alimentação, ambiente e embalagens: Acham que são consumidores conscientes?

19 de janeiro de 2018


No mercado existem inúmeras opções de embalagens: vidro, plástico, metal, cartão... é importante perceber qual é a que melhor se adequa ao nosso produto (que estamos a comprar) e estilo de vida. Mas deixem-me contextualizar este tema. Esta não é a primeira vez que me estou a associar a uma causa em que acredito e sempre disse que queria utilizar este blogue para algo mais que faits divers (não que isso seja mau porque há espaço para tudo). Mas sempre quis usar a minha voz para falar mais alto de temas que me toquem, quer seja o feminismo, as relações, o empowerment e, claro está, a sustentabilidade (que tanto vou abordando pelas redes sociais).

E quis associar-me à Tetra Pak exactamente porque acredito que as mudanças na sociedade trazem consigo novas necessidades e cabe a nós - seres humanos que habitam este planeta - ter novas formas de pensar e, com isso, obrigar à mudança das grandes companhias que devem assumir uma responsabilidade mais ampla perante a sociedade e o ambiente. A nós - consumidores - cabe-nos o papel de sermos consumidores conscientes. E é isso que vos pergunto.

Bookcast #3 Cinco novidades de Janeiro que vos vão dar vontade de ler mais em 2018

18 de janeiro de 2018


Uma das coisas que gosto de saber é que entre as mil resoluções de ano novo que as pessoas fazem (e fartei-me de ver isso no Instagram este ano), ler mais está sempre presente. E isso é fantástico e parece-me uma resolução daquelas que é fácil prosseguir. Podem falhar em mil outras resoluções mas ler mais é daquelas que não custa muito a levar em frente.

Mas muitas das coisas que me dizem é que para quem não é papa-livros (como eu), a escolha de um livro para ler é difícil. Porque as pessoas querem comprar um livro e saber que vão gostar e, entre as milhares de sugestões das lojas, é difícil chegar a uma escolha segura. Há quem compre por géneros, há quem compre por autores, há quem compre por novidades, enfim. Mas estão sempre a pedir-me sugestões, o que nem sempre é fácil dar porque vou lendo imensa coisa E também estão sempre a pedir-me para fazer um clube do livro porque, desta forma, as pessoas já saberiam que livros ler e iam comprando as minhas sugestões mensais e acompanhando as partilhas. Ainda assim, não é um conceito que sinta que neste momento me faça sentido. Mas tudo a seu tempo...

Para quem quer começar o ano a ler mais, este bookcast feito com muito amor (eheh) com a Paula é com algumas novidades que estão no mercado para vários gostos. E uma tem mil páginas, Jesus Cristo dos livrinhos.

Duas das novidades já falei bastante no Instagram (foram os dois últimos livros que li em 2017) mas achei que valia a pena ficar em audio até porque são dois livros que nos dão mensagens positivas. Falam de amor, de força, da vida, do destino e deixam-nos com vontade de ser melhores pessoas em 2018 :) As outras 3 novidades... têm de ouvir para saber mais.

E uma nota: já temos vários temas para este ano que vos garanto que vão ser giros, giros, giros.

Os ídolos de antigamente e a nova geração de ídolos virtuais estúpidos

11 de janeiro de 2018


Estava a ler a publicação da Ana Galvão sobre isto das redes sociais e dos perigos inconscientes que se propagam por este mundo fora e aproveitei para dizer de minha justiça. Claro que podia estar a fazer mil e uma coisas mais interessantes e proveitosas e ainda no outro dia uma amiga que discute comigo estas ideias me dizia: não vale a pena falarmos sobre isto porque ninguém quer ouvir. E é verdade, ninguém quer ouvir. As pessoas encolhem os ombros e olham para o lado. Porque, pronto, lá vem esta bater no ceguinho. Mas se eu não usasse esta minha plataforma para falar de coisas que me fazem sentido, de que me serviria tê-la? Para mostrar fotografias minhas em lingerie? (esta foi mesmo matreira, eu sei). Vamos lá:

Cuidar melhor da pele: atirei 2 sacos de maquilhagem e cremes para o lixo

9 de janeiro de 2018


Uma das coisas que (quase) tenho vergonha de assumir é que em casa de ferreiro, espeto de pau e sou aquela pessoa que dá conselhos de pele a toda a gente, ajudo a comprar produtos certos, sensibilizo e respondo a mil e uma dúvidas e, para mim, quase que esqueço do que prego. Cuido bem da pele mas depois sou desleixada e até hoje continuava a ter - na minha mesa de uso diário - coisas velhas e com mais de 2 ou 3 anos meramente por preguiça e por hábito de ter aquilo ali à mão. Ao ponto de estar a aplicar uma máscara de pestanas toda "nhanhosa" com uma caixa cheia delas novas e fechadas.

Ano novo, casa nova: pequenas mudanças que dão logo um refresh à casa

4 de janeiro de 2018


Há uns anos, ansiava por esta altura do ano para ir aos saldos. Mal passava o Natal e já andava todos os dias a ver se já havia promoções. Estourava os meus ordenados em roupa e calçado e tudo o que era coisas que precisava para o quarto, pedia à minha mãe para me comprar. Longe de mim gastar do meu dinheiro num edredão ou num tapete para o quarto. Ahh, good old days. E agora vejo como era tão infantil. Pronto, não tão infantil assim mas com uma má gestão do meu dinheiro porque não precisava de a ter.

Em 2018, saiam das redes sociais, comprem menos likes e concretizem mais coisas reais

3 de janeiro de 2018


Acabei o ano a ler uma coisa que esteve quase a activar o meu neurónio louco - aquele que me faz comentar coisas nas redes sociais e entrar em discussões virtuais que desgastam e nos fazem perder a fé na humanidade.

Eu e a Telepizza demos mil euros à SFA Protecção Animal. Obrigada a quem votou em mim

29 de dezembro de 2017


Acho que quem me segue e lê já percebeu o quão particular sou nas coisas a que me associo. A última coisa que quero é tornar este blogue um catálogo de marcas e de posts patrocinados - até porque isso não me faz sentido nenhum quando o que quero é escrever e contar histórias. Então quando a Telepizza veio ter comigo e me propôs associar-me a uma das suas acções solidárias no Wonderland Lisboa, claro que não podia dizer que não. Porque era uma boa história para contar, mesmo a tempo do fim do ano e do espírito das mensagens positivas. E porque é este o tipo de coisas que gosto e que sinto que trazem valor e é de louvar quando marcas usam o seu nome e o seu poder para fazer alguma diferença - mesmo que pequena - no mundo. O importante é sempre fazer qualquer coisa.

Homens: as mulheres contam tudo umas às outras. Tudo. Acreditem...

28 de dezembro de 2017


Há um tipo que é realizador de cinema (ou pelo menos é isso que ele diz) que andou a falar pelo Instagram com uma amiga. Trocas de conversas e elogios e engate e sedução - que sempre é uma palavra mais bonita - até ela ter perdido o interesse com tanto blá blá blá e se ter desmarcado. É daqueles que fala só dele, sabem? Ai que agora vou filmar para o Brasil. Ai que agora tenho uma entrevista na televisão. Ai que sou tão bom e nem sabes tu o que andas a perder. Mas se fosses tão bom se calhar não andavas a engatar miúdas pela internet. Bye.

Uma história sobre música, infância e os conselhos da minha mãe

27 de dezembro de 2017


Há muito pouca gente que sabe que, em miúda, fui operada aos ouvidos porque estava a perder a audição. Muito amor aos professores atentos que fazem a diferença na vida das crianças. A minha mãe reparava que eu via televisão muito alta mas foi a minha professora da primária que notou que estava sempre com a cabeça na lua durante as aulas e começou a perceber que basicamente eu ouvia mal. Nada de muito grave, felizmente, porque fiquei óptima nesse quesito mas era miúda e entretanto passei a adolescente e deixei de seguir todas as recomendações que me obrigaram a ter porque - hello? - queria ser cool e ninguém é cool quando temos 15 anos e a nossa mãe nos lava a cabeça todos os dias porque temos de estar a tapar os ouvidos com dois acessórios manhosos de plástico para não entrar nem uma gota de água.

Material de escritório feliz para começar o próximo ano com criatividade para escrever

18 de dezembro de 2017


Acho que já deu para perceber o quão viciada sou em coisas de escritório: cadernos, pastas, blocos, canetas, etiquetas, agendas e tudo e tudo e tudo. Porque é difícil ter a mente organizada quando o nosso espaço de trabalho não o está. E como já disse mil vezes, isso também afecta a nossa produtividade. Além de organização, eu gosto mesmo é de ter tudo o que possa vir a precisar porque, na verdade, irrito-me quando preciso de qualquer coisa e não sei onde está ou lembro-me que não tenho como clipes ou fita-cola ou molas ou etiquetas.

Bookcast #2 Uma conversa sobre o pessoal estranho que só leu os resumos dos Maias na escola

15 de dezembro de 2017




Sabem o que é que falta por aqui? Pessoas sem medo de arriscar em coisas novas e diferentes no meio de um mar de peixinhos todos iguais. Claro que é mais fácil copiar o que toda a gente já faz. É mais seguro. É confortável. Tentar ideias novas implica dar tempo para serem implementadas. Dar tempo aos próprios leitores para ganharem o hábito de gostar dessa novidade. Qualquer coisa como 'primeiro estranha-se, depois entranha-se'. Mas o entranha-se pode nunca chegar e pode ser um falhanço. Mas pior que falhar é não arriscar ou simplesmente copiar.

Algumas das minhas opções mais saudáveis para um Natal doce (e menos calórico)

11 de dezembro de 2017


Todas as famílias têm tradições e, na verdade, acho que são mesmo esses hábitos passados de ano para ano que tornam as festas especiais. São legados que, sem nos apercebermos, vamos levar connosco e replicar. Quando eu era mais nova e lia que, quando fosse adulta, me iria tornar na minha mãe, ria-me. Mas agora dou por mim a replicar costumes dela. O que tem a sua piada...

#12 Quando paguei 150€ por um creme Chanel que a Clarice roubou para despedir a Marília


Há mais de um mês que não escrevia esta história e perdoem-me quem a segue religiosamente mas nem sempre tenho energia para continuar esta, digamos, telenovela fictícia. Sempre fictícia. Tentando pegar no último capítulo - o chapéu de chuva pegajoso, lembram-se? - posso dizer-vos que a coisa mais excitante que entretanto aconteceu foi que Clarice voltou. Eu, pessoalmente, não estava à espera e bufei por ter de a aturar novamente. A única pessoa que realmente ficou excitada com esta reviravolta foi Marília, que nunca a tinha conhecido.

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